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Bem, eu, JB e Alonso, formamos uma jam aqui e vamos tocar em 2 festas na Alemanha. Uns Cólera, Olho Seco, 365 e Inocentes… com uns repente e o que o circo chinês virar…
Então agora, vamos começar a ensaiar…
Sorry, eu continuo depois…no more time…

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De Zlin fomos pra Roznov.
O espaço do show era bem pequeno, para umas 50 pessoas, com forração de saco de estopa formando barrigas no teto, um ar quente que era o ponto fixo de nós, brasileiros… hehehe
Nesta noite as bandas foram espetaculares: Family Man de Berlin e Bu-By da Lituânia. Dois grandes momentos já deram o ambiente de festa na casa.
O Cólera fez sua apoteose com quase duas horas de som.
Outro lance legal nesta cidade, é que fomos no topo de uma montanha, num frio do fim do mundo. Coisa típica de filme. Dá pra ver a cidadezinha antiga, no meio do nada no vale.
Sim, tiramos fotos…hehehehe

No domingo, seguimos para a República Tcheca.
O bar tinha um som bom e tinha bastante gente, mas a pegada já mudou.
Não fizemos um show tão pesado e cheio de retornos, mas um show mais cadenciado, punk rock antigo do Tente Mudar o Amanhã, do SUB e a festa rolou legal.
A equipe toda do Cólera tava bem cansada depois da balada em Viena, na noite anterior. Mas o pique foi tão bom quanto.
Muitas garotas e pessoas mais adultas. A galera que agitou na frete tinha pegada de thrash metal. Foi bem louco quando tocamos “Somos Vivos” e “Don´t Waste It” na seqüência.

Pela segunda vez, subimos ao palco do do EKH squat histórico de Viena. Igual a 2004, tivemos a presença de vários brasileiros, uns que moram aqui, um que veio da Irlanda pra acompanhar a tour do Cólera e um que veio de Londres… fodasso!!!
Haviam uns 8 brasileiros participando, amigos novos e antigos. Amigos também de Portugal, da Finlândia, da Polônia e Itália.
Este foi de longe o melhor e mais animado concerto até agora. Lembrou a apresentação que fizemos no Hangar 110 em Julho, pelos 29 anos da banda.
A banda deu 5 vários bis, não deixavam a gente ir embora do palco. Mesmo depois do quinto bis, o que significa depois de umas 7 músicas, a galera ficou cantando Pela Paz e pedindo mais.
Porém o mixer já estava desativado, não rolou mais…
Mas a festa continuou e foi das 2h às 7h da manhã.
Para vocês terem uma idéia real do nível deste dia no EKH, é melhor ver depois as imagens da doideira toda no DVD… (agora já estou achando mesmo que vai ter que ser duplo).
Bem, em 3 horas, partiremos para a República Tcheca, para 3 concertos…

Pela segunda vez, o Cólera se apresentou nesta cidade, a primeira foi em 1987. Mas foi em outro espaço… Desta vez foi num espaço chamado Kapu. Com 2 bandas locais e uma italiana, a festa foi muito boa, todos envolvidos e a banda a milhão…
Tocamos “Festa No Rio”, outra música inédita para o próximo álbum. Foi uma festa mesmo!!!
Uma tour, como esta que estamos fazendo aqui, tem um grau de atividades muito intenso, onde fazemos o trabalho todo, como descarregar a Van, muitas vezes subir 2 ou 3 andares com os equipamentos, e depois do show, desmontar tudo, carregar a van e pegar a estrada.
Nesta correria, não é difícil algum membro da equipe ficar adoecido, com gripe, machucados, e outros malitos mais…
Mas na noite deste show, tivemos um golpe bem maior que qualquer situação de enfermidade, cansaço…
Algum infeliz aproveitou os poucos minutos de atenção que o JB tirou, quando foi cantar 2 músicas com a banda (a saber: RP e Histeria), e infelizmente, nos roubou toda a merchandise com vinils, CDs, camisetas, mais miudezas… posters, bottons, adesivos..
Pois é, algum FDP que num tinha o que fazer, nos criou um grande problema.
Claro que o fato não diminui o nível do show e da apreciação pelas pessoas que nos receberam muito calorosamente.
Perdemos nossa base para pagar os custos do resto da tour, mas não importa, vamos em frente, não vai ser um desafio assim que vai interromper a tour agora.
‘bora pra Viena, que a parada foi incrível…

Na França ficou clara a valorização da parte de melodia, a energia e linguagem da banda, mas em Nuremberg, na Alemanha, deu uma esfriada, pois, pela mesma situação de Sta Etiene, muitos problemas com o som e pouca gente, até porque o bar do evento era mais para techno do que para PunK, HC ou mesmo Rock and Roll.
Foi com certeza a apresentação mais relâmpago da tour… heheheh
Tocamos 9 músicas, talvez mesmo, um recorde de show mais curto do Cólera nestes 29 anos…

Quando tocamos nesta cidade, em 2004, foi num local grande, um som fera para mais de 150 pessoas. Mas desta vez foi num bar, bem pequeno e, mesmo estando lotado, não foi a melhor noite da tour…
Mesmo com muitos problemas de retornos, acredito que tivemos bons momentos, pois quem sintonizou curtiu.